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10 dicas para melhorar o seu Wi-Fi

  • Por alllig
  • 10 fev., 2017
Sua internet em casa está lenta? A culpa pode não ser d […]

Sua internet em casa está lenta? A culpa pode não ser da operadora. Alguns problemas, como a distância entre o roteador e o dispositivo e até inferências de usuários não convidados, podem atrapalhar o desempenho da web. Listamos abaixo 10 dicas que podem melhorar o seu Wi-Fi e acabar com a dor de cabeça. Confira:

1. Atualize o firmware

Pouca gente sabe, mas os roteadores também precisam ser atualizados. Novas versões do firmware ajudam a melhorar o desempenho e também podem proteger o dispositivo de ataques.

Os roteadores mais recentes contam com um processo de atualização ao alcance do usuário, isto é, basta apertar um botão para atualizá-lo. Para quem possui aparelhos mais antigos, é preciso primeiro encontrar o firmware no site da fabricante e baixá-lo.

2. Melhore a posição do roteador

A posição do emissor de sinal pode interferir na cobertura. Se o roteador for sem fio, evite espaços fechados e fique longe de paredes e obstruções. É bom lembrar que nem sempre as barreiras são físicas: aparelhos que consomem muita energia também impactam no desempenho do Wi-Fi.

Se o roteador tiver antenas externas, posicione-as na vertical e prefira colocá-lo em locais altos.

3.  Saiba qual é a frequência

Na interface de administrador da rede, certifique-se de configurá-la. Em caso de um roteador de banda dupla, é aconselhável alterar a frequência para 5 GHz, mais do que os 2,4 GHz. Isso ajuda a melhorar o desempenho porque essa frequência não é tão usada quanto a outra.

4. Altere o canal

Todos os roteadores modernos são multicanais, o que elimina o problema de congestionamento de sinal. No prompt de comando, digitando “netsh wlan show all” você terá acesso a todas as redes sem fio e canais que são usados na vizinhança. Escolha um canal menos congestionado e configure o roteador para usá-lo. A opção costuma ficar nas configurações básicas do Wi-Fi.

5. Defina prioridades

Limite a quantidade de largura de banda que os aplicativos usam. É possível especificar quais deles são prioridade e quais não são. Essas configurações são encontradas nas configurações avançadas do roteador. Em alguns modelos, há até configurações predefinidas, como a de games.

6. Considere trocar de roteador

Se você comprou um roteador há bastante tempo, pode ser a hora de trocá-lo. Os modelos antigos estavam no padrão 802.11g, que garante velocidade de até 300 Mbps, mas novas versões prometem até 1 Gbps. É bom checar também se seu PC está preparado para o novo roteador.

7. Troque a antena

Se o dispositivo possui uma antena interna, o sinal pode melhorar simplesmente adicionando uma antena externa. Fabricantes do segmento vendem antenas omnidirecionais, isso é, que enviam sinais para todas as direções.

8. Extensor sem fio

Em alguns casos, a capacidade do roteador é menor do que o espaço que ele deve cobrir. Assim, a dica é comprar um extensor de sinal, ou repetidor sem fio. Ele ajuda também em ambientes com paredes grossas ou estruturas que bloqueiam o Wi-Fi.

O repetidor deve ficar próximo ao roteador e também dos pontos fracos, onde o sinal não chega.

9. Adicione pontos de acesso

Os pontos de acesso funcionam como uma alternativa aos extensores. Eles trabalham em conjunto para criar uma rede na qual cada unidade transmite sinais à outra, o que resulta em uma rede sem fio forte e estável.

10. Conheça seu roteador por dentro

Conhecer todos os recursos escondidos na interface de administrador de rede pode ajudar a deixar a rede mais rápida e mais segura. Procure saber sobre o código-fonte de seu dispositivo no site da fabricante. Em algumas páginas é possível até baixar as informações.

Por Redação - Revista Veja 01 abr., 2019

A Huawei lançou nesta terça-feira, 26, seus dois novos celulares topo de linha, que vão concorrer com modelos como iPhone XR, da Apple, Galaxy S10, da Samsung, e Mi 9, da Xiaomi. Os Huawei P30 e P30 Pro foram lançados no Paris Convention Center, na França, com as câmeras de celular mais avançadas até o momento.


Os aparelhos chegam com o sensor Huawei SuperSpectrum, lentes óticas Huwaei SuperZoom, uma câmera com novo Time of Flight (TOF), e uma melhor tecnologia de estabilização de imagem OIS e AIS.


O Huawei P30 Pro está equipado com um novo sistema de Leica Quad Camera, incluindo uma câmera principal de 40 megapixels, uma câmera de 20 megapixels ultra grande angular, uma câmera de telefoto de 8 megapixels, a câmera Huawei Time-of-Flight (TOF), e uma câmera frontal de 32 megapixels para selfies. O P30 apresenta três câmeras, com sensor principal de 40 megapixels, lente ultrawide de 16 megapixels, além da um zoom híbrido de 5 vezes.


Os aparelhos que chegam em maio ao Brasil, têm sistema Android 9 (Pie) e processador Kirin 980. O P30 terá 6 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 64 GB a 256 GB. A tela tem 6,1 polegadas e a capacidade de bateria será de 3.650 mAh. Já o P30 Pro terá 8 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 128 GB a 512 GB. A tela tem 6,47 polegadas e a capacidade de bateria será de 4.200 mAh.


Os aparelhos chegam em modelos nas cores preta, azul, vermelha, branca e verde e resolução de tela Full HD. Na apresentação na França, o P30 foi lançado a 799 euros (3 540 reais), enquanto os P30 Pro têm preços variando de 999 a 1 249 euros (4 425 a 5 533 reais).


Por Longinus Timochenco 14 mar., 2019

Quando o termo IoT – Internet das coisas foi criado, na década de 1990, ainda não se tinha ideia da importância que o assunto ganharia com o passar dos anos. A interconexão de dispositivos inteligentes, capazes de controlar, trocar ou compartilhar informações e dados, sem a necessidade de interação física com o ser humano, já é realidade em muitos setores e deve impactar cada vez mais a economia brasileira.

  Segundo o estudo “Internet das coisas: um plano de ação para o Brasil”, realizado pelo BNDES e pelo MCTIC – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações , a estimativa do impacto potencial da IoT no Brasil, até 2025, é de US$ 50 bilhões a US$ 200 bilhões por ano, valores que representam cerca de 10% do PIB – Produto Interno Bruto no país. Entre as prioridades de aplicação estão setores como saúde e indústria.

  Monitoramento remoto das condições de saúde e do condicionamento físico por meio de aparelhos vestíveis (wearables) , sensores no leito de pacientes e apoio à identificação de síndromes e epidemias são alguns dos exemplos de como a Internet das coisas pode beneficiar tanto pacientes quantos hospitais e operadoras, permitindo melhorias na comunicação entre todos e contribuindo com diagnósticos preventivos e assertivos.

  No setor industrial, há diversas aplicações de IoT capazes de melhorar processos, reduzir excessos e custos, criar novos modelos de negócios e aumentar a velocidade das operações. A Internet das coisas industrial (IIoT – Industrial Internet of Things) permite o monitoramento integrado de atividades, resultando em uma grande base de dados que auxilia nas tomadas de decisões automáticas, a partir da integração de equipamentos e máquina.

  Tamanho avanço também requer maior preocupação com a segurança da informação e a proteção dos dados. É importante estar preparado para detectar possíveis ataques cibernéticos, que busquem causar danos físicos em uma instalação industrial ou prejudicar a funcionalidade da planta. Na área da saúde, o cuidado deve ser ainda maior, pois falhas podem ter impactos irreversíveis na vida das pessoas.

  Reforço aqui que, quanto maior o número de dispositivos conectados em uma rede, mais oportunidades de exposição e exploração de falhas serão possíveis. Da mesma forma que a Internet das coisas promete facilitar processos e atividades, ela também demanda muita responsabilidade em relação à proteção. É fundamental manter uma política de segurança consolidada, além do monitoramento contínuo dos dispositivos IoT e da adoção de medidas de mitigação de danos.


Por Infra News Telecom 14 mar., 2019

De acordo com uma pesquisa da Global Market Insights , empresa de consultoria de mercado, a receita mundial do segmento de soluções de comunicação unificada e colaboração (UCC) deve saltar dos atuais US$ 32 bilhões para mais de US$ 60 bilhões até 2025. Este resultado é atribuído, principalmente, à crescente penetração de dispositivos móveis e à adoção de BYOD – Bring your own device nas empresas em escala global.

  As tecnologias de computação em nuvem também vão colaborar com este crescimento. A previsão para este segmento é de uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 10% entre 2019 e 2025. As soluções UCC baseadas em nuvem facilitam a adição de novos recursos, extensões e linhas telefônicas. Além disso, a maioria dos provedores de serviços em nuvem oferece SLA, em conjunto com os seus portfólios, garantindo qualidade e confiabilidade.

  Soluções de UCC baseadas na nuvem vão beneficiar cada vez mais as pequenas e médias empresas, com ganhos de escalabilidade e flexibilidade. Isso porque elas podem dimensionar dinamicamente a infraestrutura de comunicação, de acordo com as suas necessidades, sem investir na aquisição de equipamentos. Dessa forma, é possível aumentar ROI – retorno de investimento em sistemas de comunicação e, ao mesmo tempo, contar com uma estrutura eficiente de comunicação empresarial para os seus funcionários e clientes.

  Ainda de acordo com a pesquisa, espera-se que as plataformas de telefonia tenham uma participação de 29% no mercado de UCC até 2025, principalmente, com o maior uso de telefones IP. Já a colaboração em plataformas de mensagens unificadas deve registrar um GAGR de mais de 10% de 2019 a 2025. Este percentual está atrelado à capacidade das soluções de UCC unificarem diferentes canais, como e-mail, mensagens instantâneas e correios de voz, em uma única plataforma.

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